O tratamento melhora a aparência física, eleva a
autoestima, facilita as relações de trabalho e
interpessoais. O paciente vê tudo desde outra uma
perspectiva e, além do mais, está comprovado que há mais
oportunidades de que tudo dê certo. Tanto os homens
quanto as mulheres que não aceitam a calvície sofrem de
alterações psicológicas imprevisíveis. Elas produzem um
desequilíbrio interno que se reflete na vida diária da
pessoa e, aliás, prejudica o conceito de saúde segundo a
OMS “é o completo estado de bem-estar psicofísico”.
O paciente que padece de calvície sente mal-estar
crônico e ele acha que o resto das pessoas o primeiro
que percebem nele é esta situação. Ele tenta mudar a
feição utilizando penteados diferentes ou simplesmente
trocando a atitude (defensiva e evasiva). Elas sentem um
complexo de inferioridade que piora com o decorrer do
tempo.
A calvície deve ser considerada uma doença. Tem que ser
aceita e tratada como ela é. É importante que o paciente
fixe isso na sua mente e, especialmente, que hoje em dia,
por causa dos avanços científicos e médicos é uma
patologia que tem solução definitiva e resultados
excelentes. O meu enfoque pessoal é o do paciente em
geral, incluindo o cuidado psicológico (caso seja
necessário). Eu garanto acompanhamento personalizado. É
muito importante que o paciente tenha a sua disposição o
número celular do médico que participou na cirurgia e
que ele compareça quando for preciso. Na atualidade, o
microimplante capilar fio a fio é a solução definitiva
para a calvície. (seja alopecia androgenética ou por
outras causas).